Ela sempre teve o coração grande demais. Mas o seu modo seletivo, nunca deixou muitos adentrarem nele. Dentro do mesmo, ficava apenas a sua base, constituída por aqueles que também a amavam. Era uma forma segura de viver, uma proteção. Então, de forma repentina, o seu muro de concreto foi rachando, e ela acabou por se tornar mais vulnerável.
E o castelo de vidro, chamado coração, tomou proporções que ela nunca esperou que ganharia. E a sua seletividade, agora não sabe como agir corretamente.
Mas ela irá aprender a lidar com isso, como sempre fez.
Obrigada pelo comentário linda.
ResponderExcluirAdorei seus textos, eles me inspiram *-*
Estou seguindo :)
http://obscurethough.blogspot.com
Gostei do texto! Identifiquei-me com ele em certos aspectos. Belíssima expressão de sentimentos!
ResponderExcluirBeijos.
http://semdorsemvitoria.blogspot.com
Que lindo Natacha! Adorei, bem simples e tocante. Realmente não haveria tanto sofrimento se o nossos corações fossem como 'muralhas'!
ResponderExcluirhttp://nessabryto.blogspot.com/